Estrelando: Katy Perry

Katy Perry falou sobre sua carreira na ultima sexta feira, dia 30, sexta-feira, quando foi homenageada pela Billboard, como uma Mulheres do Ano  2012 .

A cantora disse “Eu não sou  feminista, mas  acredito na força das mulheres”.

“Eu realmente não gosto de ser chamada de modelo  para meus fãs.

Espero que eu seja uma inspiração para eles, especialmente para as mulheres jovens.

Daqui: http://blog.jovempan.uol.com.br/panelachic/katy-perry-e-homenageada-pela-billboard/

E como não fui a única a me surpreender…http://www.theatlantic.com/sexes/archive/2012/12/katy-perrys-aversion-to-feminism-shows-feminism-is-still-radical/265951/

Estrelando: Cibele Dorsa

Aos 32 anos, a atriz Cibele Dorsa, que está em cartaz com a peça ‘Lolitas’, no Teatro Avenida Club, em São Paulo, é uma explosão de sensualidade. A paulistana, que foi casada durante três anos com o cavaleiro Álvaro Afonso de Miranda Neto, o Doda (atual marido da bilionária Athina Onassis), deu um show para as lentes do fotógrafo Eduardo Rezende.

Caras, bocas, jogo de corpo, Cibele – comparada à modelo Cindy Crawford, graças à pinta no canto da boca – sabe como ninguém usar suas armas para seduzir um homem. Durante a entrevista para o Paparazzo, ela, que tem dois filhos de relacionamentos distintos – um menino e uma menina, esta com Doda -, revela que é mais do que expert na arte do sexo. “O importante é saber se auto seduzir. Se você se seduz, vai saber seduzir um homem”, ensina.

Cibele tem seus segredos. Mesmo dentro de casa usa sempre lingeries provocantes e nunca deixa o batom de lado. Feministas? É radicalmente contra. “Não dá para se igualar aos homens. A feminista perde as vantagens de ser mulher. Sem as diferenças, homem e mulher não se encaixam”.

Continua aqui: http://ego.globo.com/Entretenimento/Paparazzo/0,,ENN717-7192,00.html

Estrelando: Tainá Müller

(…)

iG: Não tem nenhum sonho “mulherzinha”?
Tainá Müller:
 Eu tenho dois sonhos: um é me realizar criativamente, o outro é ser mãe. Vou querer ser uma boa mãe e sei que esse pode ser o maior desafio da minha vida. Estou me estruturando emocionalmente e na parte material porque vejo criança e fico louca. Isso não é de agora, vem desde os meus 18 anos. Eu sou mulherzinha (risos), nem me considero feminista. Acho que hoje em dia esse tipo de coisa é ultrapassada e ingênua. Tanto o feminismo quanto o machismo. Tive esse momento mais na adolescência.

Continua aqui: http://gente.ig.com.br/taina-muller-me-sentia-uma-farsante/n1596991398555.html

Estrelando: Roseana Sarney

Nem Amélia nem Joana D’Arc. Alçada ao Olimpo político raramente aberto no País às mulheres, a governadora do Maranhão – e agora presidenciável –, Roseana Sarney, 48 anos, que carrega no sobrenome o peso e a sina do clã político encastelado há 35 anos em um de nossos Estados mais pobres, não faz força para parecer dona-de-casa nem faz pose de heroína. Mãe e avó num país machista que ainda confere às mulheres papel secundário, Roseana, ou Rose em família, não tem medo de vestir o avental para enfrentar o fogão e cozinhar caranguejo com farofa. Também encontra tempo para os herdeiros – a filha adotiva, Rafaela, e os netos, Fernanda, dois anos, e Rafael, seis meses. Nem por isso encarna aquela “que era mulher de verdade”, talhada para servir: manda e é obedecida. Prefere tênis a salto alto, picolé de limão – acredite, ela devora pelo menos dez por dia – a qualquer sobremesa fina, e não troca uma roda de violão, na qual toca e canta toadas maranhenses, por jantares com a corte local. “É importante que a mulher ocupe seu espaço na política, chame ela Marta, Erundina ou Roseana. Mas não sou feminista nem tenho vocação para mártir”, diz. Num eleitorado escaldado por políticos que fazem das tripas coração para parecer o que não são, Roseana não esconde a origem na elite maranhense nem faz publicidade de seus hobbies, como as trilhas de jipe pelos Lençóis ou os passeios de motocicleta na garupa do marido, Jorge Murad. As trilhas, segundo Roseana, servem para conhecer melhor o povo. “Gosto de parar e conversar, ver se a criança está na escola, se o pai de família tem emprego. Quando estou de bermuda e sandália, as pessoas se sentem mais livres para falar”, brinca. Mas ela quer ficar bem longe da imagem de Indiana Jones do mangue. Para irritá-la, basta arriscar uma comparação com Fernando Collor, o jovem herdeiro de uma oligarquia nordestina que sonhou ser (e foi) presidente. “Sempre querem me rotular, mas isso não cola”, descarta. “Não sou um novo Collor. Meu nome é Roseana.” A governadora prefere seguir a trilha da ex-primeira-ministra inglesa Margaret Thatcher, embora a dama-de-ferro maranhense derreta-se fácil dentro do próprio ninho. Nada a impede, nos finais de semana, de tomar uma cerveja gelada na Praia do Meio com os amigos. De terninho, jeans, avental ou maiô, a vocação de Roseana é a política. Ou quase. Diante dos netos, Fernanda e Rafael, esquece tudo. “Esse é o balão de oxigênio para enfrentar a vida”, resume.

Continua aqui: http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/2_OS+BRASILEIROS+DO+ANO+ROSEANA+SARNEY/2

Estrelando: Cissa Guimarães

(…)”Já machuquei e fui machucada porque apressei as coisas ou não soube esperar pelo tempo do outro. Mas não sou prepotente, embora pareça ser para alguns. Meu raciocínio é que funciona rápido demais.” O que suscita a pergunta: como é ser casado com a Cissa? “Muito divertido”, ela responde. “Tem sempre uma novidade.” A atriz odeia a mesmice. “Não tem problema seguir por uma rua e voltar pela outra. Gosto de ter possibilidades.” Ela foi casada três vezes – jamais no papel – e pretende manter intacto o estado civil. “Meus ex-maridos quiseram oficializar a relação e nunca aceitei.” Depois de Pereio, viveu com o músico Raul Mascarenhas, pai de Rafael, e com o médico João Batista Figueira de Mello. Ela não impede o desejo por um novo amor. “Sou fêmea e gosto de ter um macho”, declara, direta. “Nunca fui feminista, adoro me sentir protegida, caçada, escolhida. Mesmo sem precisar de nada dis so hoje em dia, me agrada a presença masculina.”

Continua aqui: http://claudia.abril.com.br/materia/a-forca-da-atriz-cissa-guimaraes-4868?p=%2Ffamosos%2Fentrevistas&pw=2

Estrelando: Juliane Araújo

‘Não sou feminista. Gosto do homem galanteador, gentil’, diz Juliane Araújo

Atriz conta que não é tão sonhadora como sua personagem

Em Lado a Lado, a personagem Alice vive em um mundo cor-de-rosa. Ela é doce e romântica. Acha que tudo o que a mãe diz é o certo e não contesta suas atitudes. Até que um dia tudo isso muda! Ela se apaixona e começa a fazer coisas que a mãe reprova. A atriz Juliane Araújo, que interpreta a personagem, conta que é bem diferente dela, mas gosta de um pouco de romantismo. “A gente vive em outra época! Sou romântica, mas não chego a escrever em um diário. Hoje somos mais práticas. Mas gosto de tudo que trás romantismo. Tenho namorado e gosto de sair para jantar, ganhar flores…Quando era adolescente, achava que tudo era besteira. Hoje acho tão bonito! Não sou feminista. Gosto do homem galanteador, gentil”, conta Juliane.

Continua aqui: http://tvg.globo.com/novelas/lado-a-lado/por-tras-das-cameras/noticia/2013/01/nao-sou-feminista-gosto-do-homem-galanteador-gentil-diz-juliane-araujo.html